terça-feira, 18 de janeiro de 2011

JOSÉ SILVÉRIO RIBEIRO

Caro Rogério Varandas,

Nasci em Barbacena no dia 18 de março de 1974.

Sou filho de Jayme Carvalho Ribeiro e Célia de Medeiros Ribeiro.

Graduado em Administração de Empresas.
Graduado em Pedagogia.
Pós-Graduado em Docência Superior.
Atualmente exerço a função de educador e supervisor técnico da Escola SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Barbacena.

Minha primeira experiência no rádio foi em 1998. Foi aberto um processo seletivo para locutores na Rádio Correio da Serra.

O diretor artístico da emissora à época era o saudoso Adauto Machado. Foi ele que avaliou meu teste feito ao vivo e aprovou meu período de experiência.

Trabalhei na Rádio Correio da Serra durante dois meses acumulando as funções de locutor e operador de mesa. Logo depois veio a oportunidade de trabalhar no SENAI e deixei a emissora.

Desde os dez anos de idade eu tomei um fascínio especial pelo rádio. Era ouvinte assíduo do Zé Bettio da Rádio Capital de São Paulo, do Luiz de França na Rádio Globo.

Logo depois, quando tinha uns treze anos descobri a rádio escuta em ondas curtas, quando comecei a viajar pelas ondas da Rádio Aparecida, Rádio Inconfidência e daí foi um pulo para a rádio escuta internacional: BBC de Londres, Voz da América, Rádio França Internacional. Até participei de um sorteio realizado pelo programa brasileiro da Voz da América em 1992, e ganhei um belíssimo rádio de 15 faixas.

O fascínio pelo rádio prosseguiu. Mesmo trabalhando no SENAI mantinha um grande interesse pela locução, fruto de minha pequena experiência na Rádio Correio da Serra.

Confesso que o jornalismo foi a principal atividade desenvolvida por mim junto ao rádio desde que, fundei em 1998, a Empresas Democrata de Comunicação responsável pela manutenção do jornal O Democrata.

A partir daí a magia do jornalismo passou a fazer parte da minha vida. O Democrata com circulação regional se manteve ativo até 2006.

Devido à fundação do jornal, estreitei contato com Danuza Bias Fortes, então diretora da Rádio Barbacena. Expliquei a ela meu interesse em realizar participações “free-lance” e ela aprovou. Foi aí, que tive contato com o grande amigo Rogério Varandas que me deu a grande oportunidade de participar ativamente no jornalismo da Rádio Barbacena.

A experiência na Rádio Barbacena foi mais completa. Rogério Varandas reservou um espaço especial no programa “RB Notícias” na condição de comentarista. Ali desenvolvi muito do comentário profissional, envolvendo política, noticiário econômico e social. Na Rádio Barbacena cheguei até a fazer flashes ao vivo de Belo Horizonte.

Dois ícones me influenciaram e me deram muito apoio no rádio: Adauto Ayres Machado e Rogério Varandas. Aliás, dois profissionais de primeira grandeza e dois vozeirões de nosso rádio local.

Com o Adauto Machado aprendi a impostação da voz, a experiência da leitura no microfone. A experiência sob a orientação de Rogério Varandas foi mais completa. Participando do “RB Notícias” eu pude experimentar momentos como repórter.

Na Rádio Barbacena os horizontes expandiram e inclusive fui convidado por Marcelo Santana a fazer participações no jornalismo da Rádio Fama em Carandaí.

Antes da Rádio Barbacena entrar para o Sistema Globo/Minas eu fiquei um período fora das atividades radiofônicas. Retornei novamente ao rádio, na Rádio Barbacena hoje, Globo Barbacena, sob direção do Sérgio Malta, novamente a pedido da Danuza Bias Fortes. Isto entre 2004 e 2005.

Neste período me identifiquei muito e fiz um trabalho muito bom com o Victor Vicenze no programa “Manhã da Globo”, principalmente aos sábados, quando montávamos matérias especiais. Uma reportagem que marcou muito foi a que realizamos sobre os 40 anos do Jubileu de São José Operário. Neste período fiz também cobertura jornalística do carnaval, exposição agropecuária e noticiário político e social.

Como disse, depois de uma rápida parada, retornei à Rádio Barbacena em 2006, no “Manhã da Globo” em companhia do amigo e apresentador Carlos Barbosa.

Na Globo Barbacena fiz uma coletânea de amigos entre eles: Osmarino Eustáquio Coelho “Bolinha”, Paulinho, Newton Bergamaschi, Victor Vicenze, Sérgio Malta, Darcy Emídio e Carlos Barbosa.

Em outubro de 2006, afastei-me das atividades radiofônicas em função de um enorme trabalho de pesquisa que estou realizando, relacionado à história econômica de Barbacena e região. A pesquisa ganhou corpo depois que encerrei meu curso superior à distância que fiz pela UNISUL Universidade do Sul, Santa Catarina.

Neste mesmo ano iniciei meu curso de pedagogia. Várias outras responsabilidades assumidas no SENAI não me permitiram mais continuar participando do rádio.

O projeto principal neste momento é a formatação já em fase final, do 1º volume de História Econômica do Município de Barbacena, que será lançado agora em 2011. Também já iniciei a redação do 2º volume com previsão de lançamento para 2013.

O Rádio representou muito em minha formação profissional. A radiodifusão ainda me fascina muito, principalmente na área do jornalismo, do estilo CBN, a Central Brasileira de Noticias.
Creio que ainda terei oportunidade de voltar ao rádio no momento que estiver mais tranqüilo. Com a minha agenda menos sobrecarregada.

Tenho a absoluta certeza de que, a evolução do setor da educação do futuro e da educação à distância, além das novas tecnologias do diversificado universo da comunicação, serão as nossas principais ferramentas. Com certeza a experiência que tive nas Rádios Correio da Serra e Barbacena irão me ajudar muito na utilização destes processos educacionais do futuro.

Minhas passagens pelos microfones das Rádios Correio da Serra e Barbacena me proporcionaram vasta experiência na área da comunicação.

Nas duas emissoras, aprendi o valor das amizades. Aprendi os limites que cada um tem e principalmente, a respeitar ainda mais todos os que trabalham neste meio. Tenho saudades.

FONTE
José Silvério Ribeiro.
Depoimentos em dezembro de 2010.
Sabrina Silva Siqueira. Crédito/Foto-José Silvério Ribeiro.
Estúdio da Rádio Barbacena-GloboMinas. Novembro/2010.

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Daniela Camila Araújo.
A.B.C. Rádio e Televisão Ltda – Sucesso FM.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

NILO CÉSAR DE PAIVA

NILO CÉSAR DE PAIVA

NILO CÉSAR DE PAIVA

Nasceu em Barbacena em 4 de maio de 1951.

Filho de Passos de Paiva e Eunice da Costa Paiva.

Em setembro de 1969, iniciou suas atividades profissionais na ZYL 8 Rádio Barbacena AM nas funções de sonoplasta de estúdio e auxiliar de transmissões externas, sob o comando técnico de Marinho Luiz da Rocha, supervisão de Nilo Milagres e apoio da dupla José Cláudio dos Santos e Olinto Moreira de Faria.

Foi levado, para a emissora, aos 20 anos de idade, pelos companheiros Cristovam Abranches e Carlos Alberto Junior “Tostão”.

Entre as varias atividades que desenvolvia inicialmente, foi sonoplasta dos programas “Coquetel de Melodias”, “SF Seu Criado às Suas Ordens” e “Bazar de Melodias” com Lázaro Ilmar Ferreira Carneiro “Sérgio Fernandes”; “Carnet Social” com Vera Lúcia Gonçalves “Verinha”, Rogério Varandas e Hederson Varandas; “Uma Página Para Você” com Walmick Campos; “Canta Sertão” com Raimundo de Àvila “Nhô Fidêncio” e Amando Santiago; “Sucessos que o mundo aplaudiu” com Adauto Ayres Machado, Cristovam Abranhes e Rogério Varandas; “Flagrantes” com Vicente de Paulo Barbosa Silva “Barbosa Silva” e Nadyr da Silveira; preces da “Ave Maria” com Adaulto Ayres Machado, Walmick Campos e José Maria Beraldo Rigotti; “Pediu Tocou” com Cristovam Abranches.

Tempos depois, passou a acumular suas funções técnicas com as de contra regra de estúdio sob a orientação de Nadyr da Silveira.

Em janeiro de 1971, Nilo César deixou a Rádio Barbacena por ter sido aprovado em Concurso Público para a Prefeitura Municipal de Barbacena, onde ficou até abril de 1974. Meses depois foi para a Rede Ferroviária Federal de onde se aposentou em agosto de 1997.

Paralelamente às funções exercidas junto a Rede Ferroviária Federal, Nilo César continuou colaborando como com a Rádio Barbacena.

A partir de 24 de fevereiro de 1976, passou a acumular as funções de redator e repórter de campo em colaboração com a Divisão de Esportes comandada à época, por Vicente de Paula Barbosa Silva.

Passou a cobrir a agenda diária dos clubes da cidade representados por Andaraí, Vila do Carmo, Olympic e América, representando-os, durante as edições das memoráveis Mesas Redondas levadas ao ar aos domingos com as participações de Ari Lopes, Marcus Vinícius Moreira Paes, Odecio Reis, José Eugênio Dutra Câmara, Silvio Romano Quintão, Armando Santiago, José Antônio Lopes, Geraldo Henriques Alves de Faria, Adauto Ayres Machado, Aloísio Durant, Ângelo Dutra e de tantos outros guerreiros do esporte barbacenense.

Nilo César viveu momentos de intensa atividade profissional sempre ladeado pelos companheiros Hederson Varandas, Cristovam Abranches, Sérgio Fernandes, Nilo Milagres Filho “Nilinho”, Nadyr da Silveira, Vera Lúcia Gonçalves “Verinha”, Carlos Alberto Junior “Tostão”, Nairon Noronha, José Cláudio dos Santos, Gilberto Reis e outros mais. Sobrava na turma por causa do estilo arrojado e irreverente de comunicar.

Nilo participou de diversos eventos. Das coberturas carnavalescas, das jornadas esportivas, das exposições agropecuárias e das incontáveis coberturas externas realizadas pela emissora. Em 1970, ao lado do repórter Hederson Varandas participou da cobertura do Carnaval da cidade de Santos Dumont.

Nilo César de Paiva com o coração escancarado e transbordando de alegria doou parte de importante contribuição para o desenvolvimento da Rádio Barbacena. Fez parte de uma época motivada da emissora disposta a colecionar desafios.

Ajudou a levar a informação, entretenimento e música por meio da programação da Rádio Barbacena, veículo pelo qual teve imenso respeito.

Nilo César de Paiva, obviamente, um nome querido a ser perpetuado na galeria de expressões da radiodifusão barbacenense. Merece nossa homenagem e reconhecimento!

FONTE
Nilo César de Paiva.
Depoimento em novembro de 2010.
Projeto Radiodifusão “A História das Emissoras de Rádio de Barbacena”.
Acervo/Apoio documental.

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José Silvério Ribeiro.
Rádios Correio da Serra e Barbacena.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

CARLOS HENRIQUE DE OLIVEIRA "CACÁ"

CARLOS HENRIQUE DE OLIVEIRA

Nasceu em Barbacena em 23 de janeiro de 1960.

Filho de Osvaldo Basílio de Oliveira e Imaculada Conceição de Oliveira.

Radiofonicamente conhecido como “Cacá”.

Editor e Repórter de Polícia.

Carlos Henrique iniciou suas atividades profissionais em 1980, como repórter e redator na Rádio Correio da Serra AM a convite do radiojornalista Luiz Lúcio de Almeida.

Tornou-se um nome respeitado na emissora através das suas participações no programa “Sinal de Alerta” apresentado por Luiz Lúcio.

Notabilizou-se pela postura profissional através de seus comentários sempre pautados em uma linguagem clara e honesta, entre a ficção e o real.

Jeito especial de comunicar, inteligente e dotado de rara sensibilidade.

Tudo isso aliado a um sólido conhecimento do jornalismo policial.

A partir de 15 de abril de 1999, atendendo a um convite do então diretor da emissora, Mário Celso de Araújo Pinto “Xexéu” passou a apresentar o programa diário “Correio é Polícia”.

Em abril de 2005, foi para a Rádio Barbacena AM Globo/Minas, onde produziu e apresentou “Caso de Polícia” como parte da programação Manhã da Globo, comandada por Carlos Barbosa.

A partir de 01 de setembro de 2009, ingressou nas fileiras da Polícia Civil - 1ª DRPS de Barbacena (13º Departamento de Polícia do Estado de Minas Gerais) na função de Auxiliar de Perícia com abrangência nos municípios de Barbacena, São João Del Rei e Conselheiro Lafaiete.

Em janeiro de 2010, se afastou dos compromissos radiofônicos passando a colaborar esporadicamente como Correspondente Policial, junto às Rádios Sucesso FM e Correio da Serra AM.

No mesmo período também passou a manter colunas nos jornais Circular, De Sábado e Expresso.

Carlos Henrique de Oliveira um nome com função destacada no rádio. Um profissional que, segue defendendo objetivos atrelados, ao enigmático mundo policial.

FONTE
Carlos Henrique de Oliveira.
Depoimentos em junho de 2005 e outubro de 2010.

PRÓXIMA POSTAGEM
NILO CÉSAR DE PAIVA. Rádio Barbacena AM.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

GERALDO MÁRCIO BERTOLA "MÁRCIO BERTOLA"

GERALDO MÁRCIO BERTOLA

Nasceu em Barbacena, no dia 7 de julho de 1955.

Filho de Henrique Antônio Bertola e Maria Nazareth Campos Bertola.

Jornalista, autor, ensaísta, fotógrafo, pesquisador, memorialista e repórter.

Ativista cultural atuou na preservação histórica e humana de Barbacena e Tiradentes, cidades onde viveu.

Iniciou seus trabalhos na imprensa no jornal Cidade de Barbacena, com carteira assinada, aos 17 anos de idade, supervisionado profissionalmente pelo jornalista Paulo Emílio Gonçalves.

Na década de 70, a convite dos radialistas Vicente de Paulo Barbosa da Silva “Barbosa Silva” e Nadyr da Silveira passou a compor o elenco da ZYL 8 Rádio Barbacena AM acumulando as funções de locutor, redator, repórter dos programas Flagrantes e RB Tribuna.

Foi o responsável ao lado dos companheiros Paulo Navarro e Francisco José de Freitas, o Peninha, pela idealização e apresentação do programa Banquete de Cogumelos.

Daí foi para a Rádio Correio da Serra onde com habilidade consolidou o seu prestigio através do programa: Um Domingo de Rapadura e Saracoteio.

Uma produção recheada de muito humor, rock e jazz, quebrando por completo a linha de programação da emissora.

Foi neste programa, aos domingos, produzido em parceria com os amigos Márcio da Rocha Galdino e Ricardo Tolendal, com trabalhos de sonoplastia de Antônio Paulino que, pela primeira vez na história radiofônica de Barbacena foi tocado um disco da banda inglesa Pink Floyd com enfoque para o som progressista “Atom Heart Mother”.

Tempos depois Márcio Bertola foi trabalhar em Belo Horizonte, onde amparado pelo saudoso jornalista Romeu Dayrell, deu os seus primeiros passos no jornalismo, como correspondente e critico do Diário de Minas.

Bertola teve a sua primeira grande matéria cultural sobre o artista plástico barbacenense Homero Massena, publicada pelo escritor, historiador e jornalista Manoel Hygino dos Santos, editor cultural do Diário de Minas.

Durante o inverno de 2005, Márcio Bertola, em sua residência localizada no Monte Mário, Barbacena, assinou a apresentação do seu livro “É Proibido Esquecer”.

Uma síntese das melhores publicações que Márcio Bertola assinou ao longo dos anos a favor da preservação da memória histórica e cultural de Barbacena e de Minas Gerais.

Obra lançada pela Editora Armazém de Idéias, BH, editada pelo escritor e jornalista André Carvalho com construção literária de Edward Willian Cunha Andrade.

Márcio Bertola manteve publicações em diversos veículos da imprensa sempre cercado pela disponibilidade e a atenção de grandes amigos entre os quais destacamos:
>José Bonifácio Lafayette de Andrada que lhe abriu as portas do jornal Correio da Serra, onde durante anos atuou como editor político e colunista social.
>Antônio Carlos Dorgal de Andrada responsável pela sua introdução na televisão, como âncora do primeiro programa de TV da história de Barbacena, o Primeira Classe.
Márcio e Antônio Carlos também foram parceiros e sócios no jornal Barbacena.
>Manteve coluna no Jornal da Cidade a convite do jornalista Hélio Costa.
>Convidado pelo jornalista Nicolau Neto, foi correspondente no Estado de Minas.
>No Estado de Minas, publicou uma série de textos para a coluna do jornalista e cineasta Geraldo Magalhães. No periódico também recebeu o respaldo profissional dos intelectuais Roberto Drummond, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos e João Paulo Cunha.
>Colaborou com as edições da revista Encontro, a maior de Minas, a convite do jornalista Paulo César de Oliveira.

Márcio Bertola fez da sua carreira uma coletânea de amigos, como o escritor e jornalista Aristóteles Drummond; escritor e publicista francês professor Georges Bernanos; professor e jurista Heráclito Fontoura Sobral Pinto; jornalista Anna Marina Siqueira; Neide Magalhães, editora de cultura do Diário da Tarde; Roberto Mendonça, editor de cultura do Hoje em Dia; jornalista João Carlos Amaral; Eujácio Silva, jornalista do Edição do Brasil; José Bonifácio Lafayette de Andrada [Zezinho Bonifácio]; general Antônio Carlos de Andrada Serpa; pintor romeno Emeric Marcier; professor Abgar Renault; Ubirajara Bertoletti; José Bonifácio Tamm de Andrada; Martim Francisco Borges de Andrada; Antônio Carlos Doorgal de Andrada; Amarilio de Andrade; Lafayette Andrada; Elder Martinho; Raquel Faria; Bianca Alves; Walter Navarro, de O Tempo; César Romero, da Tribuna de Minas, de Juiz de Fora; jornalistas Sérgio Ayres e Messias Márcio Thomaz; Vera Lúcia da Silva amiga de muitos anos da Rádio Correio da Serra, entre outros.

Geraldo Márcio Bertola morreu no dia 11 de julho de 2007.

FONTE
>Geraldo Márcio Bertola.
Depoimentos em junho e agosto de 2006.
>Projeto “Radiodifusão – A História das Emissoras de Rádio de Barbacena” Site: www.varandasbarbacena.com.br
>Trechos da obra “É Proibido Esquecer”. Editora Armazém de Idéias. Ano: 2005. Belo Horizonte, MG.
>Foto-Acervo de Geraldo Márcio Bertola. Crédito: Edward William Cunha Andrade em abril de 2006.
>Maria Lúcia Bertola Barra.
Apoio documental em outubro de 2010.

Agradecimento
Administração e funcionários da Editora Armazém de Idéias.
Belo Horizonte, MG.

PRÓXIMA POSTAGEM
Carlos Henrique de Oliveira “Cacá”.
Rádios Barbacena AM e Correio da Serra AM.